Stay.cy by Cyclinn: praticidade e economia em São Paulo
12 de novembro de 2025
Você já conhece a Stay.cy?

A irmã mais nova da Cyclinn, com uma nova proposta para quem busca estadias acessíveis, práticas e perfeitas para viagens curtas. Seja para trabalho, lazer ou um bate-volta de última hora, a Stay.cy entrega tudo o que você precisa!
O que faz da Stay.cy a sua melhor escolha em São Paulo?
- Hospedagem Budget: A combinação perfeita entre conforto e economia.
- Localização Estratégica: As melhores regiões da cidade, perto de tudo que importa.
- Praticidade: Ideal para estadias rápidas ou planejadas em cima da hora.
- Estilo e Conforto: Design funcional que não abre mão do aconchego.
Conheça as unidades que te esperam:
Staycy é a marca da Cyclinn que une estadias diferenciadas, valores acessíveis e um estilo cool. Para quem busca experiências únicas nas regiões mais descoladas.

Diante do crescimento das plataformas de locação e das notícias sobre decisões judiciais, muitos proprietários passaram a ter uma dúvida legítima: a locação de temporada é mesmo legal no Brasil? A pergunta é importante, porque a resposta define a segurança de todo um modelo de investimento. E a boa notícia, para quem pensa em operar, é clara: sim, a locação de temporada é uma atividade legal, prevista em lei há décadas. O que gera confusão é a diferença entre a legalidade da atividade em si, que não está em discussão, e as condições em que ela pode ser exercida, que envolvem regras específicas e evoluíram recentemente. Este artigo explica o que a lei brasileira diz sobre a locação de temporada, quais são os requisitos para operar de forma regular e o que mudou em relação aos condomínios em 2026. O objetivo é dar ao proprietário a compreensão do enquadramento legal da atividade, sempre com a ressalva de que casos concretos exigem orientação jurídica.

São Paulo bateu recorde histórico de locação de escritórios de alto padrão em 2025: foram 352 mil metros quadrados absorvidos, 9% acima do ano anterior, segundo a Colliers. Em regiões como Faria Lima, JK, Pinheiros, Berrini e Paulista, a vacância de escritórios está abaixo de 10%. E esse aquecimento gerou um efeito colateral que interessa diretamente a quem tem, ou pensa em ter, um flat na capital: a disparada da demanda por moradia executiva, o chamado corporate housing.







