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Por Jhennifer Christine 5 de agosto de 2026
Airbnb ou hotel: entenda a diferença real entre os dois e quando cada um vale mais a pena, por tipo de viagem, número de pessoas, duração e orçamento.
Por Jhennifer Christine 3 de agosto de 2026
O que são relatórios mensais de desempenho na locação de temporada e por que todo proprietário deveria exigir isso? Entenda as métricas que revelam a real gestão.
Por Jhennifer Christine Barbosa 28 de julho de 2026
Evite surpresas na estadia: o checklist completo do que verificar antes de confirmar uma reserva no Airbnb, do anúncio à política de cancelamento.
Por Jhennifer Christine 27 de julho de 2026
O que faz um imóvel ter sucesso na locação de temporada? Entenda os fatores que definem um imóvel premium e como avaliar o potencial do seu para investir bem.
Por Jhennifer Christine 21 de julho de 2026
Diante do crescimento das plataformas de locação e das notícias sobre decisões judiciais, muitos proprietários passaram a ter uma dúvida legítima: a locação de temporada é mesmo legal no Brasil? A pergunta é importante, porque a resposta define a segurança de todo um modelo de investimento. E a boa notícia, para quem pensa em operar, é clara: sim, a locação de temporada é uma atividade legal, prevista em lei há décadas. O que gera confusão é a diferença entre a legalidade da atividade em si, que não está em discussão, e as condições em que ela pode ser exercida, que envolvem regras específicas e evoluíram recentemente. Este artigo explica o que a lei brasileira diz sobre a locação de temporada, quais são os requisitos para operar de forma regular e o que mudou em relação aos condomínios em 2026. O objetivo é dar ao proprietário a compreensão do enquadramento legal da atividade, sempre com a ressalva de que casos concretos exigem orientação jurídica. 
16 de julho de 2026
São Paulo bateu recorde histórico de locação de escritórios de alto padrão em 2025: foram 352 mil metros quadrados absorvidos, 9% acima do ano anterior, segundo a Colliers. Em regiões como Faria Lima, JK, Pinheiros, Berrini e Paulista, a vacância de escritórios está abaixo de 10%. E esse aquecimento gerou um efeito colateral que interessa diretamente a quem tem, ou pensa em ter, um flat na capital: a disparada da demanda por moradia executiva, o chamado corporate housing. 
Por Jhennifer Christine 13 de julho de 2026
Como declarar imposto de renda sobre aluguel de temporada? Entenda o carnê-leão, o que incide, as deduções permitidas e o que muda com a reforma tributária.
Por Jhennifer Christine 6 de julho de 2026
Para quem tem ou pensa em adquirir um imóvel para operar como locação por temporada, uma dúvida se tornou central em 2026: o condomínio pode proibir o Airbnb? A pergunta ganhou peso porque o Superior Tribunal de Justiça, o STJ, tomou uma decisão importante sobre o tema em maio de 2026, que altera a lógica que vigorava até então. Para proprietários, síndicos e investidores, entender essa mudança deixou de ser detalhe jurídico e virou fator de decisão de negócio. Este artigo explica, de forma clara e sem juridiquês, o que a decisão do STJ estabeleceu, o que muda na prática para quem investe em locação por temporada e como avaliar o risco antes de comprar um imóvel com essa finalidade. O objetivo é dar ao proprietário a informação necessária para decidir com segurança, sempre com o cuidado de que casos concretos exigem orientação jurídica individual. 
18 de junho de 2026
Recentemente, o mercado de aluguel de curta temporada em São Paulo passou por dois movimentos regulatórios relevantes e independentes entre si. O primeiro reforçou a proibição do aluguel de curta temporada em imóveis HIS e HMP: categorias criadas para garantir moradia acessível e que, apesar disso, sempre foram amplamente comercializadas como ativos de short stay. O Decreto Municipal nº 64.244/2025 detalhou as regras e o efeito concreto apareceu neste ano com as OTAs iniciando a remoção desses endereços das plataformas. O segundo afeta potencialmente qualquer imóvel em condomínio residencial: em maio de 2026, o STJ decidiu que a exploração econômica reiterada via plataformas como Airbnb depende de aprovação de dois terços dos condôminos. São situações distintas, com implicações distintas. E vamos explicar o que mudou para quem investe em locação de curta temporada na capital. O cenário que antecede as mudanças Nos últimos anos, o mercado de locação de curta temporada cresceu de forma acelerada em São Paulo, atraindo um perfil crescente de investidores que enxergaram em flats, studios e apartamentos compactos uma fonte de renda mensal previsível via plataformas como Airbnb e Booking. Muito desse crescimento foi impulsionado por imóveis classificados como HIS (Habitação de Interesse Social) e HMP (Habitação de Mercado Popular), criados para ampliar a oferta de moradia acessível na cidade. Essas unidades chegaram ao mercado com preços de entrada menores e, na prática, operavam como short stay, com fiscalização inexistente e sem interferência das plataformas. Parte dos investidores pode ter entrado nesse mercado com pleno conhecimento da classificação, apostando num cenário regulatório que, até então, não se materializava na prática. Do outro lado, incorporadoras nem sempre deixavam claras as restrições de uso, afinal, a demanda por essas unidades como ativo de renda fazia parte do argumento de venda. O resultado foi um mercado que cresceu numa zona cinzenta tolerada por todos os lados. O Decreto de 2025 e a pressão sobre as plataformas colocaram a regulamentação do aluguel de temporada em São Paulo no centro do debate: O Decreto Municipal nº 64.244/2025: o que mudou para imóveis HIS e HMP Em maio de 2025, a Prefeitura de São Paulo publicou o Decreto nº 64.244, que estabeleceu regras mais rígidas sobre a destinação de unidades HIS e HMP na cidade. O que a norma proíbe O decreto proíbe expressamente a locação de curta temporada em unidades classificadas como HIS 1, HIS 2 e HMP. O uso deve ser estritamente residencial de longa permanência. Além da proibição do short stay, a norma estabelece: Teto de revenda: R$ 276,1 mil (HIS 1), R$ 383,6 mil (HIS 2) e R$ 537,6 mil (HMP) Teto de aluguel: o valor da locação não pode ultrapassar 30% da renda máxima permitida para a categoria Averbação obrigatória: a informação de que o imóvel é HIS ou HMP deve constar na matrícula Responsabilidade compartilhada: construtoras e locadores passam a ser obrigados a comprovar renda e enquadramento do ocupante Quem pode ser afetado A norma afeta exclusivamente imóveis formalmente classificados como HIS ou HMP. Nem todo studio compacto ou apartamento de menor metragem em São Paulo se enquadra nessas categorias, a classificação depende do licenciamento do empreendimento. Para saber sobre o enquadramento do seu ativo, o caminho é consultar a matrícula do imóvel e, se necessário, a documentação do empreendimento junto à Prefeitura ou a um advogado especializado em direito imobiliário. A fiscalização na prática Quatro meses após a publicação do decreto, investigações jornalísticas identificaram que a fiscalização não havia avançado. O Airbnb, por sua vez, condicionou a remoção dos anúncios ao recebimento de uma lista formal da Prefeitura identificando quais imóveis se enquadravam como HIS ou HMP. Agora, em abril de 2026, o Airbnb e a Booking receberam a relação de imóveis enquadrados como HIS e HMP, solicitando a retirada dos respectivos anúncios das plataformas e iniciaram a remoção com prazo de até 15 dias. Com a finalização desse período, novas declarações ainda não foram divulgadas e o ritmo da fiscalização é incerto. Toda essa movimentação também não elimina o risco jurídico para quem opera em descumprimento: o síndico tem respaldo legal para aplicar sanções independentemente da posição da assembleia, e a exposição em plataformas públicas como Airbnb e Booking constitui evidência facilmente rastreável.
Por Jhennifer Christine 16 de junho de 2026
A reserva parece simples: escolhe as datas, confere o preço, clica em confirmar. Mas é exatamente entre a busca e o clique de confirmação que a maioria dos problemas acontece, ou poderia ter sido evitada. Imóvel com fotos maravilhosas que na prática mostrou um ambiente sem a segunda cama prometida. Estacionamento "disponível" que, nas regras da casa, é pago à parte. Cancelamento feito pelo anfitrião dois dias antes do check-in, sem alternativa razoável na plataforma. Todas essas situações são mais comuns do que parecem, e quase todas poderiam ter sido identificadas antes de o pagamento ser processado. Este checklist reúne o que vale verificar em cada etapa, do anúncio à política de reembolso, para que a reserva confirmada seja de fato o que você espera encontrar. 1. Anúncio: o que está descrito corresponde ao que você precisa? O primeiro ponto de atenção é o mais óbvio, mas frequentemente ignorado no processo de busca: ler o anúncio com atenção, não apenas olhar as fotos. Três perguntas básicas para responder antes de avançar: As fotos são recentes e mostram todos os ambientes? Anúncios bem gerenciados atualizam o material visual regularmente. Imagens escuras, ângulos que escondem parte do ambiente ou um número de fotos desproporcional ao tamanho do imóvel são sinais de alerta. Se o anúncio mostra só a sala e o banheiro, talvez o quarto seja o ponto fraco. A descrição bate com os filtros que você aplicou? Quando você filtra por "2 quartos" ou "permite pets" ou "cozinha completa", a plataforma confia no que o anfitrião cadastrou, sem fazer verificação automática. Vale conferir se o texto do anúncio confirma o que o filtro selecionou. O que está incluído de verdade? Itens como estacionamento, roupa de cama, toalhas, produtos de limpeza e itens de cozinha muitas vezes aparecem nas comodidades, mas têm condições que só aparecem nas regras da casa. Estacionamento pode ser "disponível mediante reserva" ou "cobrado separadamente". Troca de roupa de cama pode ter frequência mínima de dias. Vale abrir a seção de regras antes de confirmar qualquer coisa. O que checklist neste ponto: [ ] As fotos mostram todos os cômodos prometidos (quartos, banheiro, cozinha, área de lazer)? [ ] O texto confirma o número de camas e a configuração exata (casal, solteiro, extra)? [ ] As comodidades listadas aparecem também na descrição ou nas regras, ou só no ícone genérico? [ ] Estacionamento, Wi-Fi e taxa de limpeza estão com condições claras?
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