Locação de Temporada ou Aluguel Tradicional: O Que Rende Mais em 2026?

Jhennifer Christine • 27 de abril de 2026
Você tem um imóvel (ou está avaliando comprar um) e precisa decidir: locação de temporada ou aluguel tradicional? É uma das perguntas mais frequentes entre investidores imobiliários no Brasil, e a resposta depende de variáveis que vão muito além do valor da diária.

Neste artigo, vamos comparar os dois modelos com dados reais de mercado, analisar os custos operacionais de cada um e mostrar em quais cenários cada estratégia faz mais sentido, especialmente para quem tem imóveis em São Paulo ou nos principais destinos de lazer do país.

O Que É Cada Modelo?

Antes de comparar rentabilidade, é importante entender exatamente o que cada modelo implica.


Aluguel Tradicional (Longo Prazo)

O aluguel tradicional segue a Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991). O imóvel é locado por um período mínimo de 12 meses, e o mais recomendado do ponto de vista jurídico são contratos de 36 meses. O locatário ocupa o imóvel de forma contínua, paga aluguel mensal fixo e, em geral, assume pequenas manutenções.

Do ponto de vista do proprietário, é um modelo de previsibilidade: a renda é estável, o imóvel fica ocupado e a gestão cotidiana é mínima.



Locação de Temporada (Curto Prazo)

A locação por temporada permite alugar o imóvel por dias, semanas ou meses (desde que até 90 dias), geralmente via plataformas como Airbnb e Booking. Não há vínculo empregatício ou contrato de longo prazo com o hóspede. O proprietário define preços, disponibilidade e condições de uso.

É um modelo de maior flexibilidade e maior potencial de receita, mas que exige uma operação mais ativa ou uma gestora profissional para entregar resultado consistente.

Comparativo de Rentabilidade: Dados de Mercado

Aqui está o ponto central da decisão. E os números são claros.


Aluguel Tradicional

Segundo estudo do FGV IBRE em parceria com o QuintoAndar, a rentabilidade média do aluguel residencial em regiões metropolitanas como São Paulo chegou a 19,1% ao ano em 2024, somando valorização patrimonial (12,9%) e rendimento de aluguel (6,2%).

Em termos de yield puro (só o aluguel, sem contar valorização), estamos falando de algo em torno de 0,4% a 0,6% ao mês sobre o valor de mercado do imóvel, o que equivale a 5% a 7% ao ano. Previsível, porém limitado.


Locação de Temporada

O setor de aluguel por temporada cresceu 43% em 2024, movimentando R$ 14,5 bilhões no Brasil, contra crescimento de apenas 13,5% do aluguel tradicional no mesmo período.

Com imóveis bem localizados e gestão profissional, a rentabilidade mensal pode variar entre 0,8% e 1,4% ao mês, com retorno total superior a 20% ao ano quando somada a valorização do imóvel.

Na prática, isso representa uma diferença expressiva:

Importante: esses números refletem imóveis bem posicionados, com boa localização e gestão adequada. Um imóvel mal escolhido na locação de temporada pode performar pior do que o aluguel tradicional.

A Variável Que Mais Importa: A Gestão

A locação de temporada pode render até duas vezes mais do que o aluguel tradicional, mas essa diferença está diretamente ligada à qualidade da gestão.

Os fatores que mais impactam o resultado na temporada são:


1. Precificação dinâmica Ajustar o preço da diária conforme demanda, sazonalidade e eventos locais pode representar a diferença entre 60% e 90% de ocupação no mesmo imóvel. Um imóvel com preço estático deixa dinheiro na mesa toda semana.


2. Qualidade das fotos e do anúncio Estudos do próprio Airbnb mostram que imóveis com fotografia profissional recebem até 40% mais reservas. A apresentação é o primeiro filtro do hóspede.


3. Reputação e avaliações A média de estrelas determina a posição do anúncio dentro das plataformas. Imóveis com nota abaixo de 4,7 perdem visibilidade progressivamente, e visibilidade é reserva.


4. Taxa de resposta e atendimento Plataformas como Airbnb e Booking penalizam anfitriões lentos. Resposta rápida, check-in sem atrito e comunicação proativa são diferenciais operacionais que afetam diretamente o ranking.


Para quem não quer ou não pode operar tudo isso ativamente, uma gestora profissional de locação de temporada torna-se não apenas conveniente, mas essencial para capturar o potencial real do imóvel.

Custos Operacionais: O Que Cada Modelo Exige

A comparação de rentabilidade só é justa quando inclui os custos de cada modelo.


Aluguel Tradicional e Custos Recorrentes

  • Taxa de administração da imobiliária: 8% a 10% do aluguel mensal
  • Eventuais períodos de vacância entre contratos
  • Manutenção ao término do contrato (muitas vezes acima do desgaste previsto)
  • IPTU e condomínio (se não repassados ao inquilino em contrato)


Locação de Temporada e Custos Recorrentes

  • Taxa das plataformas (Airbnb e Booking): 3% a 15% por reserva
  • Taxa de gestora (se contratada): variável por empresa
  • Limpeza e higienização a cada saída: custo por diária
  • Manutenção mais frequente (imóvel em uso contínuo por diferentes hóspedes)
  • Condomínio, IPTU, internet e contas de consumo (em geral não repassados)
  • Reposição de itens de enxoval e decoração ao longo do tempo



A conta final ainda favorece a temporada em boa parte dos cenários, especialmente em imóveis premium em regiões com demanda corporativa ou turística constante. Mas o custo operacional real precisa estar na planilha antes da decisão.

Quando o Aluguel Tradicional Ainda Faz Mais Sentido

Apesar da rentabilidade superior da locação de temporada em muitos cenários, o aluguel tradicional pode ser a melhor escolha em situações específicas:

  • Regiões de baixíssima demanda turística ou corporativa: sem fluxo de visitantes, o imóvel fica vazio, e vacância na temporada é custo puro.
  • Proprietário sem tolerância à variabilidade de renda: quem precisa de um valor fixo todo mês para compor renda pessoal pode se estressar com a sazonalidade.
  • Imóvel com restrições condominiais: condomínios com regulamentos restritivos à locação de curto prazo podem inviabilizar o modelo. (Confira sempre a convenção antes de decidir.)
  • Proprietário sem acesso a uma gestora de confiança: operar a temporada sem estrutura adequada tende a gerar desgaste e resultado abaixo do potencial.


O Modelo Híbrido: O Melhor dos Dois Mundos?

Uma tendência crescente no mercado é o modelo híbrido, que combina locação por temporada em períodos de alta demanda com locação de médio ou longo prazo nos períodos de baixa.

Essa estratégia é especialmente eficiente para imóveis em destinos com sazonalidade marcada (litoral, campo, destinos de inverno) e para flats urbanos em São Paulo, onde a demanda corporativa cobre boa parte do calendário, mas tem picos e vales bem definidos.

Gestoras especializadas conseguem calibrar esse equilíbrio de forma dinâmica, maximizando a receita ao longo do ano sem deixar o imóvel parado.



São Paulo: Um Mercado Particular

São Paulo merece atenção especial nessa análise. A capital paulista opera com mais de 35.600 listagens ativas no Airbnb, taxa média de ocupação de 63% e público predominantemente corporativo, executivos, consultores e profissionais em projetos temporários.

Isso cria uma demanda menos sazonal do que cidades de praia ou turismo, o que favorece a locação de temporada ao longo do ano inteiro. Bairros como Itaim Bibi, Jardins, Pinheiros e Vila Olímpia concentram a maior parte dessa demanda, e são justamente onde imóveis premium conseguem diárias mais expressivas.

Para imóveis nessas regiões, o diferencial entre aluguel tradicional e locação de temporada tende a ser ainda mais significativo.

Perguntas Frequentes

1. Locação de temporada é legal no Brasil? Sim. A locação por temporada é regulamentada pela Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991) e permite contratos de até 90 dias. Plataformas como Airbnb e Booking operam legalmente no país. A questão mais relevante costuma ser a convenção condominial, que pode restringir ou proibir o modelo em determinados condomínios.


2. Preciso de uma gestora para alugar meu imóvel pelo Airbnb? Não é obrigatório, mas faz diferença expressiva no resultado. Proprietários que contam com gestão profissional tendem a gerar receita significativamente superior aos que operam sozinhos, especialmente em função da precificação dinâmica, gestão de avaliações e resposta ágil a hóspedes.


3. Qual é a taxa de ocupação média em São Paulo na temporada? Dados de mercado de 2024–2025 apontam ocupação média de 63% para imóveis listados em São Paulo, o que equivale a aproximadamente 230 noites por ano. Imóveis bem gerenciados, com boas avaliações e preço competitivo, superam essa média com frequência.


4. Como funciona o imposto de renda sobre a renda de locação de temporada? Os rendimentos de aluguel por temporada são tributáveis como rendimentos de pessoa física. Devem ser declarados mensalmente via Carnê-Leão quando recebidos de pessoa física, ou tributados na fonte quando pagos por pessoa jurídica. A alíquota segue a tabela progressiva do IRPF. Consulte sempre um contador especializado em imóveis.


5. Locação de temporada ou aluguel tradicional: qual valoriza mais o imóvel? A valorização do imóvel é determinada pela localização, pelo mercado regional e pela qualidade do ativo, não pelo modelo de locação em si. O que a locação de temporada oferece é um yield maior sobre o imóvel, não necessariamente uma valorização patrimonial superior.


6. O que é precificação dinâmica e por que ela importa tanto? Precificação dinâmica é o ajuste automático (ou manual qualificado) do preço da diária com base em demanda, sazonalidade, eventos locais e comportamento dos concorrentes. É um dos principais fatores que separa imóveis com resultado mediano de imóveis com alta performance na locação de temporada.



Conclusão

A locação de temporada oferece rentabilidade superior ao aluguel tradicional na maioria dos cenários, especialmente em imóveis bem localizados, com boa apresentação e gestão profissional. O yield pode ser mais do que o dobro do modelo convencional, e a flexibilidade operacional favorece estratégias híbridas que maximizam o resultado ao longo do ano.

Dito isso, não é uma decisão binária. O perfil do proprietário, a localização do imóvel e o acesso a uma gestora de confiança são variáveis determinantes. Antes de decidir, faça as contas com os números reais do seu imóvel, e, se precisar de uma análise personalizada, fale com a nossa equipe.


A Cyclinn é uma gestora premium de locação de temporada com atuação em São Paulo e nos principais destinos de lazer do Brasil. Ajudamos investidores a extrair o máximo do seu patrimônio imobiliário com gestão ponta a ponta e total transparência nos resultados.

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Em abril de 2026, São Paulo entrou para a história da gastronomia mundial. Pela primeira vez na América Latina, dois restaurantes alcançaram as três estrelas Michelin, a distinção máxima do guia mais respeitado do mundo. O feito não foi surpresa para quem acompanha a cena paulistana: a cidade já acumulava uma das listas mais impressionantes de estrelados do hemisfério sul. Neste guia, reunimos todos os 16 restaurantes com estrelas Michelin de São Paulo em 2026, com tudo que você precisa saber para planejar uma experiência inesquecível, do jantar ao lugar onde você vai dormir.
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Desde 2019, o metro quadrado de apartamentos na Riviera de São Lourenço mais que dobrou. Saiu de R$ 12,6 mil para R$ 25,6 mil em 2024, segundo dados do DataZAP. As casas tiveram um crescimento menor, mas significativo: de R$ 8,3 mil para R$ 15,2 mil por metro quadrado no mesmo período, uma valorização de 83%. A pandemia ajudou, empurrando famílias para fora dos grandes centros, mas reduzir a Riviera a um fenômeno pandêmico é um erro de análise. O bairro planejado em Bertioga reúne fundamentos que poucos destinos litorâneos conseguem replicar, e eles não desaparecem com a volta ao escritório. O cenário atual tem ruídos, como juros ainda elevados, críticas pontuais ao saneamento e desaceleração natural após um ciclo de alta intensa. Mas as pessoas fazem questão de morar na Riviera. E por quê? A resposta está na estrutura que sustenta o sucesso do lugar. A lógica do sucesso da Riviera Riviera de São Lourenço não é uma praia. É um bairro planejado de 8,8 milhões de metros quadrados, com duas mil casas, 256 edifícios e uma folha de pagamento de serviços que gira entre R$ 250 e R$ 300 milhões por ano. O que sustenta essa grandiosidade: zeladoria, segurança, manutenção contínua e infraestrutura urbana de referência. Esse ecossistema tem governança própria, e essa autonomia é parte do que protege o valor dos imóveis ao longo do tempo, independentemente do ciclo econômico. Dentro desse ecossistema, porém, nem todos os imóveis se comportam igual. Os módulos mais próximos à praia concentram os ativos mais valorizados e mais líquidos. A distância da areia, o padrão do condomínio, a vista do mar e a integração dos ambientes de lazer são variáveis que fazem diferença concreta no preço e na capacidade de geração de renda. A demanda que sustenta esses preços também mudou de perfil. Famílias que buscam segurança, natureza preservada, clima mais saudável e um ritmo de vida menos estressante estão transformando a Riviera em primeira residência, ou em destino frequente ao longo do ano. Para proprietários, isso significa que a demanda por locação, seja ela de curta ou longa temporada, está indo além da alta temporada de verão. O que separa um imóvel que gera renda de um que fica parado A Riviera reúne o que poucos mercados litorâneos conseguem ao mesmo tempo: escassez de oferta por restrições ambientais e de planejamento, demanda qualificada e crescente, infraestrutura de padrão urbano e valorização com histórico comprovado. Mas capturar o retorno real desse mercado não é automático. Um imóvel bem localizado na Riviera tem potencial, só que ele não vira renda sozinho. Os fatores que mais impactam o resultado na locação de temporada: Precificação dinâmica: ajustar as diárias em tempo real conforme sazonalidade, eventos e comportamento da concorrência é a diferença entre ocupação máxima e semanas ociosas. Presença qualificada nas plataformas: fotos profissionais, descrições otimizadas e gestão de avaliações determinam a posição do imóvel nos resultados de busca do Airbnb e Booking. Atendimento ao cliente: resposta ágil, check-in virtual e suporte durante a estadia convertem uma boa experiência em avaliação 5 estrelas e em reserva recorrente. Manutenção e limpeza: protocolos rigorosos entre uma reserva e outra garantem que o imóvel se mantenha competitivo ao longo das temporadas. Relatórios de performance: dados reais de ocupação, receita e benchmarking de mercado dão ao proprietário visibilidade para tomar decisões com base em informação, não em intuição. Esses cinco elementos, operados com consistência, que separam um imóvel que gera renda previsível de um que fica ocioso entre as temporadas. E para o seu imóvel trabalhar da forma certa quando você não estiver lá, é que existe a gestora profissional de locação de temporada. A Riviera trabalha e seu imóvel também deve O mercado na Riviera mostra que a demanda por lá é qualificada e a valorização da região fala por si. O que define se o proprietário vai capturar essa demanda, ou deixá-la na mesa, é a qualidade da operação por trás do imóvel. A Cyclinn é uma gestora premium que atua no seu imóvel de ponta a ponta. Se você, proprietário, quer extrair o máximo de um ativo na Riviera sem precisar operar o dia a dia, nossa conversa começa sem compromisso. Fale com a equipe Cyclinn e entenda como seu imóvel pode trabalhar para você → +55 (11) 93205-9588 Quer reservar uma experiência diferenciada na Riviera? Conheça os imóveis → www.cyclinn.com.br ➡ Siga @cyclinn e @cyclinn.invest no Instagram Perguntas Frequentes O que é a Riveira de São Lourenço? A Riviera de São Lourenço é um bairro planejado localizado em Bertioga, no litoral paulista, a cerca de 120 km de São Paulo. São 8,8 milhões de metros quadrados distribuídos em dois mil casas e 256 edifícios. O que faz a Riviera de São Lourenço valorizar tanto? Os fundamentos que sustentam a valorização de Riviera são estruturais: planejamento urbano consolidado, governança própria, restrições ambientais que limitam a oferta e infraestrutura de padrão urbano. Esses elementos protegem o valor dos imóveis independentemente do ciclo econômico. Como gerir um imóvel na Riviera sem dor de cabeça? A resposta curta: delegando a operação para quem entende do mercado. Uma gestora profissional, como a Cyclinn, assume integralmente o dia a dia do imóvel de ponta a ponta. Atuamos com anúncios otimizados e precificação em tempo real, atendimento ao inquilino, manutenções e limpezas, e relatórios mensais com transparência total. O proprietário acompanha os resultados sem lidar com o peso do operacional.
19 de março de 2026
Quando o Airbnb escalou no Brasil, a suposição era de que os millennials liderariam esse mercado. Nativos digitais, conectados e sem amarras. Só que o cenário não se desenrolou dessa forma. Quem hoje acumula as melhores avaliações e cresce com mais consistência na plataforma é a geração com mais de 60 anos, os protagonistas da chamada Economia Prateada, o conjunto de atividades econômicas, sociais e culturais movimentado pelo público sênior. Entre 2020 e 2025, o número de anfitriões acima de 60 anos cresceu mais de 155% no Brasil. Eles já representam a maioria dos anfitriões ativos no Airbnb nacional. Por que os seniores se destacam como anfitriões Não é por acaso. Essa Geração Prateada chegou à plataforma com algo que não se aprende em curso: trajetória de vida. A forma como recebem, a atenção aos detalhes e a disposição para compartilhar experiências se traduz em avaliações mais altas e hóspedes que voltam. Para muitos, a locação de temporada também representa uma estratégia de renda complementar inteligente para a aposentadoria. Um imóvel bem posicionado, gerido de forma profissional, pode gerar retorno mensal consistente com baixíssima interferência no dia a dia do proprietário. O peso operacional que ninguém conta O problema surge quando a renda extra se transforma em carga extra. O Global Host Report do PriceLabs mostrou que 83% dos anfitriões têm outra ocupação além da hospedagem. O combo de tarefas administrativas, financeiras, limpezas, manutenções e atualizações constantes do Airbnb consome tempo e energia de forma desproporcional ao retorno, especialmente para quem espera da locação uma fonte de renda passiva. É nessa lacuna que a gestão profissional faz diferença real. A Cyclinn cuida de toda a operação: anúncios otimizados, precificação dinâmica, atendimento ao hóspede, limpeza, manutenção e relatórios mensais com transparência total para o proprietário. O imóvel trabalha e não o proprietário. As viagens também moldam a Geração Prateada Além de anfitriões, os seniores são viajantes cada vez mais exigentes. Dados internos do Airbnb mostram que o público 60+ prioriza cultura, esportes e atividades ao ar livre, buscando experiências que criem conexão genuína com o destino. As cidades mais procuradas por esse perfil no Brasil são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Florianópolis e Curitiba. Não coincidentemente, a expectativa de vida no Brasil chegou a 76,6 anos, e os seniores já superam numericamente o grupo entre 15 e 24 anos. Esse público redefiniu o que significa estar ativo. Seja viajante ou proprietário, a Geração Prateada está reformulando o que se espera de uma experiência de locação de temporada, tanto em qualidade como em exigência. A Cyclinn atende esse padrão. Gerimos imóveis premium com operação de ponta a ponta e entregamos resultados que proprietários acompanham com clareza, mês a mês. Quer rentabilizar o seu imóvel sem abrir mão do seu tempo? Fale com a Cyclinn → +55 (11) 93205-9588 Quer reservar uma experiência diferenciada? Conheça os imóveis → www.cyclinn.com.br Perguntas Frequentes O que é a Economia Prateada? É o conjunto de atividades econômicas, culturais e sociais protagonizadas por pessoas com 60 anos ou mais. No Brasil, esse mercado cresce à medida que a expectativa de vida aumenta e essa geração permanece ativa como consumidora e produtora de renda. Por que os anfitriões acima de 60 anos têm boas avaliações no Airbnb? Os dados da plataforma apontam para fatores como atenção ao hóspede, disponibilidade e experiência de vida acumulada. Esses atributos se traduzem em hospitalidade genuína e avaliações mais altas. Como rentabilizar um imóvel no Airbnb sem cuidar da operação? Por meio de uma gestora de locação de temporada como a Cyclinn, que assume integralmente a operação: anúncios, precificação, atendimento, limpeza e relatórios. O proprietário acompanha os resultados sem lidar com o dia a dia.
19 de fevereiro de 2026
Um bom investimento imobiliário na curta temporada começa antes da compra de um ativo, a chamada “Planta de Temporada”, e os dois primeiros erros de um investidor são, além de não analisar a dinâmica do mercado local de aluguel de temporada, confiar de olhos fechados em quem supostamente deveria fazer isso por você. O preço que você considera barato na compra de um ativo pode sair caro para a sua rentabilidade no longo prazo e, pior, te fazer cair em irregularidades jurídicas, como nos casos recentes de imóveis HIS (Habitação de Interesse Social) ou HMP (Habitação de Mercado Popular) alugados de forma irregular para curta temporada. Nem todo imóvel é para curta temporada Muitas cidades estão implementando regras mais rígidas sobre o uso de imóveis para curta temporada e, só no começo do ano passado, a Prefeitura de São Paulo aplicou multas de mais de R$ 31 milhões contra empresas que descumpriram legislações relacionadas à construção de moradias populares indevidamente. Em São Paulo, imóveis classificados como HIS (Habitação de Interesse Social) ou HMP (Habitação de Mercado Popular), vendidos a preços mais baixos por serem destinados a pessoas com renda familiar menor, estão proibidos de funcionar como Airbnb ou aluguel de curta temporada. A medida busca evitar que se lucre com moradias sociais fora de sua finalidade prevista e, em muitos casos, o investidor só descobre essa restrição depois de já ter comprado o imóvel. Por isso, tenha em mente as regulamentações locais antes de adquirir o seu ativo para curta temporada. Como acertar na compra da sua planta de temporada Sem mais desculpas na hora de fazer o checklist do imóvel e avaliar seu real potencial de geração de receita. Aqui vão os três pontos mais importantes para considerar antes da compra de uma planta de temporada, além do preço. 1. Localização Continua sendo um dos critérios mais importantes para qualquer investimento imobiliário e se torna ainda mais relevante quando falamos da locação de curta temporada. A proximidade com pontos turísticos, infraestrutura de transporte e centros comerciais vai garantir alta ocupação do seu imóvel, especialmente em períodos de maior demanda turística. 2. Perfil do imóvel Imóveis na cidade e no campo ou na praia atendem a dinâmicas diferentes. No urbano, espaços compactos para turistas solo, casais ou profissionais em viagens de negócios, fazem sucesso com um ou dois quartos. Já perto do mar e natureza os apartamentos e casas maiores atendem à necessidade de conforto de famílias e grupos de amigos. A análise da localização da sua planta de temporada vai caminhar junto com o público que você quer atrair para se posicionar bem no mercado. 3. Custos operacionais e comodidades O brilho nos olhos ao ver uma boa oportunidade de investimento não pode fazer você esquecer de preparar o imóvel para encantar quem vai ficar nele. Além de atendimento, limpeza e manutenções, uma boa planta de temporada se destaca pelo que entrega na prática: Decoração: cuide da organização e do clima do espaço. Deixe o imóvel aconchegante com poucos elementos bem escolhidos (quadros, almofadas, objetos). Paredes claras funcionam, mas um ponto de cor ou uma parede de destaque dá personalidade. Seja caprichoso e fuja do “sem graça”. Comodidades: Antecipe necessidades de quem viaja a lazer ou a trabalho. Itens como ferro de passar, filtro de água, cafeteira, TV de qualidade, internet rápida, geladeira e fogão, são básicos que aumentam satisfação e ajudam o imóvel a performar melhor nas plataformas. Se o ativo que você está considerando comprar fica em um condomínio ou prédio, também vale checar as áreas comuns. Academia, restaurante e sala de reunião, por exemplo, se tornam um diferencial e aumentam a percepção de valor do imóvel para atrair mais demanda. Planejar toda essa operação e organizar os custos não precisa ser uma dor de cabeça para você. A Cyclinn tem expertise no mercado imobiliário e financeiro para te orientar na compra de uma planta de temporada, gerir seu novo imóvel e maximizar a rentabilidade dele sem comprometer seu orçamento. Para garantir um bom retorno com plantas de temporada, faça uma avaliação completa antes da compra. Analise a estrutura física, a demanda, as tendências locais e as regulamentações que podem impactar a operação do seu imóvel na locação de curta temporada. Para te guiar nesse caminho, com relatórios claros e transparência, a Cyclinn é a escolha certa. Nos envie uma mensagem e conheça onde seu imóvel se encaixa no mercado de locação por temporada! 📲 11 9 3205-9588 ➡ Siga @cyclinn e @cyclinn.invest no Instagram
15 de janeiro de 2026
Quem entende de negócios sabe que momentos de transformação no mercado podem acontecer. Quando imóveis na longa temporada entregavam previsibilidade e constância para o proprietário, a curta temporada chegou com diárias maiores e alta demanda em períodos estratégicos, impulsionada pelo boom do Airbnb. Hoje temos um cenário mais maduro e exigente, onde a diversificação aparece como uma opção estratégica que se adapta a diferentes demandas e contextos do segmento imobiliário. O que não muda é que imóveis continuam sendo um porto seguro para o investidor brasileiro, e a realidade está aí: segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), entre janeiro e setembro de 2025, foram 307 mil lançamentos e 312 mil vendas de imóveis no Brasil. Só São Paulo foi responsável por mais de 100 mil dessas unidades lançadas, um aumento de 41% em comparação com 2024, de acordo com o Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário). Com a concorrência aumentando, o investidor quer olhar o mercado com mais profundidade, avaliar riscos e entender como a estratégia tem impacto no sucesso da performance do seu ativo. Nesse contexto, é preciso ficar sabendo que depender de um único modelo de locação pode deixar de ser sinônimo de segurança.
18 de dezembro de 2025
Desde a pandemia, o crescimento do trabalho remoto transformou as atividades profissionais e a comunicação dos seres humanos. O virtual ganhou espaço, reduziu distâncias e se tornou parte da rotina corporativa. Agora, estamos vemos o efeito inverso. O turismo de negócios, uma modalidade de viagens com o objetivo de realizar atividades profissionais, deixou de ser apenas logística e passou a ser o centro das estratégias empresariais, um investimento direto no relacionamento com os clientes. De acordo com o relatório The State of Corporate Travel & Expense 2026, da Navan, “viagens essenciais relacionadas a clientes” e “fechar um negócio” foram, respectivamente, as principais razões para viagens corporativas em 2025 e, continuamente, serão em 2026. Outros motivos incluem “estabelecer novos relacionamentos comerciais”, “participar de conferências e eventos em grupo ou equipe” e “fortalecer relacionamentos comerciais”. A pesquisa reuniu respostas de gestores de viagens e finanças corporativas e viajantes de negócios nos EUA, França, Alemanha e Reino Unido. Para 90% deles, uma viagem corporativa é um investimento essencial ou um custo necessário, e 48% fizeram seis ou mais viagens nos últimos 12 meses.
24 de novembro de 2025
O avanço da tecnologia na rotina diária de todos impulsionou também o efeito inverso na escolha de viagens de famílias: ouvir o som do mar, curtir a brisa das árvores no interior do país e até hotéis urbanos, mas com atividades voltadas ao wellness , se tornou o centro de procura para os grupos viajantes de 2026. De acordo com o Hilton Trends Report 2026, este auge se converte em números: 56% dos respondentes colocou como principal motivo de viagem para o próximo ano “descansar e recarregar as energias” (56%), seguido por ''passar tempo na natureza'' (37%) e ''recuperar-se mentalmente'' (36%). As regiões mais associadas com retiros físicos e mentais também são topo de pesquisa no site do hotel. O “para onde vamos?” mudou para “por que vamos?” e a adequação dos imóveis para este tipo de público é o que diferencia uma demanda além do padrão. A localização, que antes atraía públicos específicos entre os viajantes, agora traz consigo famílias que querem se conectar entre si (e não apenas com as tecnologias da casa).
12 de novembro de 2025
A irmã mais nova da Cyclinn, com uma nova proposta para quem busca estadias acessíveis, práticas e perfeitas para viagens curtas. Seja para trabalho, lazer ou um bate-volta de última hora, a Stay.cy entrega tudo o que você precisa! O que faz da Stay.cy a sua melhor escolha em São Paulo? Hospedagem Budget: A combinação perfeita entre conforto e economia. Localização Estratégica: As melhores regiões da cidade, perto de tudo que importa. Praticidade: Ideal para estadias rápidas ou planejadas em cima da hora. Estilo e Conforto: Design funcional que não abre mão do aconchego. Conheça as unidades que te esperam:
6 de outubro de 2025
Quem nunca quis chegar um pouquinho antes ou prolongar a estadia no flat? Afinal, flexibilidade é tudo quando o assunto é viagem, especialmente quando queremos aproveitar cada minuto, não é mesmo? Mas para que a experiência seja 100% Cyclinn, há um motivo importante por trás dos nossos horários. Entenda como funciona:
25 de setembro de 2025
Ao escolher uma estadia por temporada, é comum surgir a dúvida: o que realmente está incluso na diária? Na Cyclinn e na Stay.cy, prezamos pela transparência para que você saiba exatamente o que esperar, sem surpresas! Confira abaixo o que está sempre incluso, o que é exclusivo de cada marca e o que pode variar de acordo com a unidade:
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