Vale a pena comprar um imóvel em Riviera de São Lourenço para alugar por temporada?

Jhennifer Christine • 2 de junho de 2026

Segundo análise da Portugal Imóveis publicada em 2024, uma estratégia de aluguel de temporada bem executada na Riviera de São Lourenço pode gerar rentabilidade líquida de 0,6% ao mês, o equivalente a R$ 60 mil por ano num imóvel avaliado em R$ 2,2 milhões, já descontando comissão, IPTU e condomínio.



Vale a pena comprar imóvel no litoral?

O destino mais sofisticado do litoral paulista tem dezenas de gestoras, imobiliárias e consultores respondendo "sim" para essa pergunta. O problema é que a maioria responde sem mostrar a matemática por trás. Este artigo faz justamente o contrário: parte dos dados disponíveis (preço do metro quadrado, rentabilidade líquida, valorização histórica, perfil de demanda) para chegar a uma resposta que o investidor possa usar.



O que a Riviera de São Lourenço tem de diferente

Localizada em Bertioga, no litoral norte de São Paulo, a Riviera de São Lourenço é um dos poucos destinos de praia do Brasil construídos dentro de um planejamento urbano integrado. São 33 módulos numerados, com zoneamento entre áreas turísticas, residenciais e mistas, restrições ambientais que limitam novas construções e infraestrutura mantida pelo próprio condomínio, do calçadão à segurança 24 horas.


Esse modelo de bairro planejado tem uma consequência direta no mercado imobiliário: a oferta de novos imóveis é controlada. Não é possível simplesmente erguer um prédio novo para atender à demanda crescente. Isso cria um desequilíbrio estrutural entre oferta limitada e procura alta, e esse desequilíbrio se traduz em valorização acima da média.


O resultado aparece nos dados. Uma pesquisa da DataZAP citada pelo InfoMoney em setembro de 2024 identificou Bertioga como o município com o metro quadrado mais caro de todo o litoral paulista: R$ 15.600 na média geral. Para efeito de comparação, Santos registrava R$ 9.800 e o Guarujá, R$ 11.500, segundo o Diário do Litoral. Dentro da Riviera, o metro quadrado médio em abril de 2024 era de R$ 24.108, com picos de R$ 71.005 em unidades premium pé na areia, conforme levantamento da Portugal Imóveis com mais de 180 imóveis anunciados.



Quanto rende um imóvel de temporada na Riviera

A pergunta mais importante (e menos respondida com honestidade) é essa. Antes de qualquer número, é necessário entender o que conta como rentabilidade real.


Rentabilidade bruta de temporada é o total de diárias recebidas em um período. Rentabilidade líquida é o que sobra depois de descontar comissão da gestora ou plataforma, IPTU e condomínio. É com esse número que o investidor precisa trabalhar.


Segundo análise da Portugal Imóveis publicada em janeiro de 2024, uma estratégia de aluguel de temporada bem executada na Riviera de São Lourenço pode gerar rentabilidade líquida de 0,6% ao mês. Para um imóvel avaliado em R$ 2,2 milhões (com três dormitórios, padrão médio-alto, sem ser pé na areia), isso representa R$ 60.000 por ano, já com todos os custos deduzidos.


Para contextualizar: a diária média na plataforma Airbnb para imóveis na Riviera de São Lourenço é de R$ 650, conforme levantamento do Dicas de Viagem de 2025. Em alta temporada e em localizações privilegiadas, esse valor sobe significativamente. Um imóvel pé na areia nos módulos 7 e 8, onde o metro quadrado médio é cerca de 35% acima do restante da Riviera, pode cobrar diárias substancialmente mais altas e ainda assim manter calendário praticamente lotado antes mesmo do início da alta temporada.



Por que comparar temporada com renda fixa é o erro mais comum

Investidores que calculam o retorno de um imóvel de temporada como se fosse um FII ou título do Tesouro estão errando o ponto de partida. Os ativos são estruturalmente diferentes e precisam de benchmarks diferentes.


Um imóvel de temporada entrega três fontes de retorno simultâneas: receita de aluguel, valorização patrimonial e possibilidade de uso próprio. Quando o cálculo ignora a valorização, o número parece pior do que é. Quando inclui tudo, a fotografia muda.


A Portugal Imóveis fez esse cálculo com dados reais: no mesmo imóvel de R$ 2,2 milhões, somando receita de temporada e apreciação ao longo de 26 meses, o lucro real acumulado foi de R$ 479.542, o equivalente a 10,06% ao ano, segundo análise publicada em abril de 2024. Esse é o número que o investidor precisa comparar com outras alternativas, não apenas a linha de renda mensal.


A valorização bruta da carteira de imóveis negociados pela Portugal Imóveis nos 26 meses anteriores ao levantamento foi de 74,36%, contra alta nacional de 7,73% registrada pelo FipeZAP em 2024. A escassez de oferta na Riviera, combinada com demanda crescente de famílias paulistanas buscando segunda residência, cria um cenário de apreciação que tende a se manter enquanto as restrições de construção persistirem.



O perfil de quem compra, e o que isso diz sobre a demanda

O Raio-X FipeZAP do quarto trimestre de 2024 mapeou que 36% das transações de alto padrão no Brasil têm perfil de investidor e que 83% dos compradores destinam o imóvel à locação premium. Na Riviera, os perfis mais frequentes são três: famílias de São Paulo buscando segunda residência com segurança em tempo integral, investidores focados em renda passiva com aluguel de temporada de alto ticket e profissionais autônomos e executivos em transição para o modelo híbrido de trabalho.


Esses três perfis têm em comum uma característica relevante para quem investe para alugar: são pessoas com capacidade de pagamento para honrar compromissos financeiros. Em mais de 20 anos de atuação no mercado de locação da Riviera, a Portugal Imóveis registra zero casos de inadimplência ou calote de danos causados por locatários. Num mercado de luxo, esse dado não é trivial, é uma das variáveis que sustentam a previsibilidade da receita.



O que determina o resultado: módulo, gestão e posicionamento

O erro mais caro que um investidor pode cometer na Riviera é tratar todos os imóveis como equivalentes. Dois apartamentos no mesmo prédio, com o mesmo tamanho e o mesmo padrão de acabamento, podem ter rentabilidades muito diferentes, dependendo de três fatores.


Módulo. Os módulos 7 e 8 são os mais novos da Riviera e registram metro quadrado médio de aproximadamente R$ 32.500, segundo dados da Portugal Imóveis de abril de 2024, cerca de 35% acima da média do restante do bairro. Imóveis pé na areia valem até 50% mais do que unidades equivalentes a 500 metros da praia, conforme levantamento da mesma fonte. A localização dentro da Riviera não é detalhe: é o principal determinante de preço e de taxa de ocupação.


Gestão. Um imóvel de temporada é uma operação, não um ativo passivo. Fotografia profissional, precificação dinâmica por data e demanda, atendimento ao locatário e manutenção preventiva são variáveis que separam um calendário cheio de um calendário vazio. A diferença entre um imóvel bem gerido e um imóvel parado pode chegar a R$ 60.000 por ano, no mesmo ativo, na mesma localização.


Posicionamento. O perfil do locatário que a Riviera atrai exige padrão de apresentação compatível: fotos com qualidade de editorial, descrições precisas, respostas rápidas e imóvel com acabamento e mobiliário alinhados às expectativas do público classe A. Imóveis que entram no mercado sem esse cuidado competem em desvantagem, e cobram diárias abaixo do potencial.



A resposta direta: vale a pena?

Vale, com a gestão certa e o imóvel certo.


A Riviera de São Lourenço tem número, histórico e estrutura de mercado que sustentam o argumento. O metro quadrado mais caro do litoral paulista, zero inadimplência em décadas de mercado de luxo, valorização consistentemente acima da média nacional e demanda estrutural de famílias de alta renda que não vai desaparecer enquanto São Paulo continuar sendo o principal polo econômico do país.


Mas o retorno real (não o retorno potencial) depende de qual imóvel, qual módulo, com qual padrão de apresentação e com quem operando. Esses quatro fatores têm mais influência no resultado do que a escolha do destino em si.


Para o investidor que já decidiu que a Riviera faz sentido no portfólio, a próxima pergunta não é "vale a pena?". É "qual imóvel, gerido como, com qual projeção de ocupação e a que custo total?" Essa resposta não vem de artigo, vem de uma análise de rentabilidade feita sobre um ativo específico.


A Cyclinn é uma gestora de imóveis premium para locação de temporada, com operações em São Paulo e nos principais destinos de lazer do litoral e sul de Minas Gerais, incluindo a Riviera de São Lourenço. O braço de expansão Cyclinn Invest atende proprietários e investidores que buscam rentabilizar imóveis de alto padrão com gestão profissional, curadoria, fotografia, precificação dinâmica, atendimento 24h e relatórios de performance.


Por Jhennifer Christine 18 de maio de 2026
"Quanto vai render meu imóvel no Airbnb?" É a primeira pergunta de todo proprietário que considera migrar para a locação de temporada, e a resposta honesta é: depende de variáveis que vão muito além do valor da diária. São Paulo é hoje o maior mercado de locação por temporada do Brasil em volume de listagens, com mais de 31 mil anúncios ativos e receita média anual de R$ 57 mil por imóvel, segundo dados do Airbtics atualizados em março de 2026. Mas essa média esconde uma amplitude enorme: imóveis bem posicionados e bem gerenciados rendem significativamente mais. Imóveis mal escolhidos ou mal operados ficam abaixo. Neste artigo, você vai entender a metodologia correta para calcular o potencial real do seu flat, com dados de mercado referenciados, sem estimativas improvisadas. 
30 de abril de 2026
Em abril de 2026, São Paulo entrou para a história da gastronomia mundial. Pela primeira vez na América Latina, dois restaurantes alcançaram as três estrelas Michelin, a distinção máxima do guia mais respeitado do mundo. O feito não foi surpresa para quem acompanha a cena paulistana: a cidade já acumulava uma das listas mais impressionantes de estrelados do hemisfério sul. Neste guia, reunimos todos os 16 restaurantes com estrelas Michelin de São Paulo em 2026, com tudo que você precisa saber para planejar uma experiência inesquecível, do jantar ao lugar onde você vai dormir.
Por Jhennifer Christine 27 de abril de 2026
Você tem um imóvel (ou está avaliando comprar um) e precisa decidir: locação de temporada ou aluguel tradicional? É uma das perguntas mais frequentes entre investidores imobiliários no Brasil, e a resposta depende de variáveis que vão muito além do valor da diária. Neste artigo, vamos comparar os dois modelos com dados reais de mercado, analisar os custos operacionais de cada um e mostrar em quais cenários cada estratégia faz mais sentido, especialmente para quem tem imóveis em São Paulo ou nos principais destinos de lazer do país.
16 de abril de 2026
Desde 2019, o metro quadrado de apartamentos na Riviera de São Lourenço mais que dobrou. Saiu de R$ 12,6 mil para R$ 25,6 mil em 2024, segundo dados do DataZAP. As casas tiveram um crescimento menor, mas significativo: de R$ 8,3 mil para R$ 15,2 mil por metro quadrado no mesmo período, uma valorização de 83%. A pandemia ajudou, empurrando famílias para fora dos grandes centros, mas reduzir a Riviera a um fenômeno pandêmico é um erro de análise. O bairro planejado em Bertioga reúne fundamentos que poucos destinos litorâneos conseguem replicar, e eles não desaparecem com a volta ao escritório. O cenário atual tem ruídos, como juros ainda elevados, críticas pontuais ao saneamento e desaceleração natural após um ciclo de alta intensa. Mas as pessoas fazem questão de morar na Riviera. E por quê? A resposta está na estrutura que sustenta o sucesso do lugar. A lógica do sucesso da Riviera Riviera de São Lourenço não é uma praia. É um bairro planejado de 8,8 milhões de metros quadrados, com duas mil casas, 256 edifícios e uma folha de pagamento de serviços que gira entre R$ 250 e R$ 300 milhões por ano. O que sustenta essa grandiosidade: zeladoria, segurança, manutenção contínua e infraestrutura urbana de referência. Esse ecossistema tem governança própria, e essa autonomia é parte do que protege o valor dos imóveis ao longo do tempo, independentemente do ciclo econômico. Dentro desse ecossistema, porém, nem todos os imóveis se comportam igual. Os módulos mais próximos à praia concentram os ativos mais valorizados e mais líquidos. A distância da areia, o padrão do condomínio, a vista do mar e a integração dos ambientes de lazer são variáveis que fazem diferença concreta no preço e na capacidade de geração de renda. A demanda que sustenta esses preços também mudou de perfil. Famílias que buscam segurança, natureza preservada, clima mais saudável e um ritmo de vida menos estressante estão transformando a Riviera em primeira residência, ou em destino frequente ao longo do ano. Para proprietários, isso significa que a demanda por locação, seja ela de curta ou longa temporada, está indo além da alta temporada de verão. O que separa um imóvel que gera renda de um que fica parado A Riviera reúne o que poucos mercados litorâneos conseguem ao mesmo tempo: escassez de oferta por restrições ambientais e de planejamento, demanda qualificada e crescente, infraestrutura de padrão urbano e valorização com histórico comprovado. Mas capturar o retorno real desse mercado não é automático. Um imóvel bem localizado na Riviera tem potencial, só que ele não vira renda sozinho. Os fatores que mais impactam o resultado na locação de temporada: Precificação dinâmica: ajustar as diárias em tempo real conforme sazonalidade, eventos e comportamento da concorrência é a diferença entre ocupação máxima e semanas ociosas. Presença qualificada nas plataformas: fotos profissionais, descrições otimizadas e gestão de avaliações determinam a posição do imóvel nos resultados de busca do Airbnb e Booking. Atendimento ao cliente: resposta ágil, check-in virtual e suporte durante a estadia convertem uma boa experiência em avaliação 5 estrelas e em reserva recorrente. Manutenção e limpeza: protocolos rigorosos entre uma reserva e outra garantem que o imóvel se mantenha competitivo ao longo das temporadas. Relatórios de performance: dados reais de ocupação, receita e benchmarking de mercado dão ao proprietário visibilidade para tomar decisões com base em informação, não em intuição. Esses cinco elementos, operados com consistência, que separam um imóvel que gera renda previsível de um que fica ocioso entre as temporadas. E para o seu imóvel trabalhar da forma certa quando você não estiver lá, é que existe a gestora profissional de locação de temporada. A Riviera trabalha e seu imóvel também deve O mercado na Riviera mostra que a demanda por lá é qualificada e a valorização da região fala por si. O que define se o proprietário vai capturar essa demanda, ou deixá-la na mesa, é a qualidade da operação por trás do imóvel. A Cyclinn é uma gestora premium que atua no seu imóvel de ponta a ponta. Se você, proprietário, quer extrair o máximo de um ativo na Riviera sem precisar operar o dia a dia, nossa conversa começa sem compromisso. Fale com a equipe Cyclinn e entenda como seu imóvel pode trabalhar para você → +55 (11) 93205-9588 Quer reservar uma experiência diferenciada na Riviera? Conheça os imóveis → www.cyclinn.com.br ➡ Siga @cyclinn e @cyclinn.invest no Instagram Perguntas Frequentes O que é a Riveira de São Lourenço? A Riviera de São Lourenço é um bairro planejado localizado em Bertioga, no litoral paulista, a cerca de 120 km de São Paulo. São 8,8 milhões de metros quadrados distribuídos em dois mil casas e 256 edifícios. O que faz a Riviera de São Lourenço valorizar tanto? Os fundamentos que sustentam a valorização de Riviera são estruturais: planejamento urbano consolidado, governança própria, restrições ambientais que limitam a oferta e infraestrutura de padrão urbano. Esses elementos protegem o valor dos imóveis independentemente do ciclo econômico. Como gerir um imóvel na Riviera sem dor de cabeça? A resposta curta: delegando a operação para quem entende do mercado. Uma gestora profissional, como a Cyclinn, assume integralmente o dia a dia do imóvel de ponta a ponta. Atuamos com anúncios otimizados e precificação em tempo real, atendimento ao inquilino, manutenções e limpezas, e relatórios mensais com transparência total. O proprietário acompanha os resultados sem lidar com o peso do operacional.
19 de março de 2026
Quando o Airbnb escalou no Brasil, a suposição era de que os millennials liderariam esse mercado. Nativos digitais, conectados e sem amarras. Só que o cenário não se desenrolou dessa forma. Quem hoje acumula as melhores avaliações e cresce com mais consistência na plataforma é a geração com mais de 60 anos, os protagonistas da chamada Economia Prateada, o conjunto de atividades econômicas, sociais e culturais movimentado pelo público sênior. Entre 2020 e 2025, o número de anfitriões acima de 60 anos cresceu mais de 155% no Brasil. Eles já representam a maioria dos anfitriões ativos no Airbnb nacional. Por que os seniores se destacam como anfitriões Não é por acaso. Essa Geração Prateada chegou à plataforma com algo que não se aprende em curso: trajetória de vida. A forma como recebem, a atenção aos detalhes e a disposição para compartilhar experiências se traduz em avaliações mais altas e hóspedes que voltam. Para muitos, a locação de temporada também representa uma estratégia de renda complementar inteligente para a aposentadoria. Um imóvel bem posicionado, gerido de forma profissional, pode gerar retorno mensal consistente com baixíssima interferência no dia a dia do proprietário. O peso operacional que ninguém conta O problema surge quando a renda extra se transforma em carga extra. O Global Host Report do PriceLabs mostrou que 83% dos anfitriões têm outra ocupação além da hospedagem. O combo de tarefas administrativas, financeiras, limpezas, manutenções e atualizações constantes do Airbnb consome tempo e energia de forma desproporcional ao retorno, especialmente para quem espera da locação uma fonte de renda passiva. É nessa lacuna que a gestão profissional faz diferença real. A Cyclinn cuida de toda a operação: anúncios otimizados, precificação dinâmica, atendimento ao hóspede, limpeza, manutenção e relatórios mensais com transparência total para o proprietário. O imóvel trabalha e não o proprietário. As viagens também moldam a Geração Prateada Além de anfitriões, os seniores são viajantes cada vez mais exigentes. Dados internos do Airbnb mostram que o público 60+ prioriza cultura, esportes e atividades ao ar livre, buscando experiências que criem conexão genuína com o destino. As cidades mais procuradas por esse perfil no Brasil são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Florianópolis e Curitiba. Não coincidentemente, a expectativa de vida no Brasil chegou a 76,6 anos, e os seniores já superam numericamente o grupo entre 15 e 24 anos. Esse público redefiniu o que significa estar ativo. Seja viajante ou proprietário, a Geração Prateada está reformulando o que se espera de uma experiência de locação de temporada, tanto em qualidade como em exigência. A Cyclinn atende esse padrão. Gerimos imóveis premium com operação de ponta a ponta e entregamos resultados que proprietários acompanham com clareza, mês a mês. Quer rentabilizar o seu imóvel sem abrir mão do seu tempo? Fale com a Cyclinn → +55 (11) 93205-9588 Quer reservar uma experiência diferenciada? Conheça os imóveis → www.cyclinn.com.br Perguntas Frequentes O que é a Economia Prateada? É o conjunto de atividades econômicas, culturais e sociais protagonizadas por pessoas com 60 anos ou mais. No Brasil, esse mercado cresce à medida que a expectativa de vida aumenta e essa geração permanece ativa como consumidora e produtora de renda. Por que os anfitriões acima de 60 anos têm boas avaliações no Airbnb? Os dados da plataforma apontam para fatores como atenção ao hóspede, disponibilidade e experiência de vida acumulada. Esses atributos se traduzem em hospitalidade genuína e avaliações mais altas. Como rentabilizar um imóvel no Airbnb sem cuidar da operação? Por meio de uma gestora de locação de temporada como a Cyclinn, que assume integralmente a operação: anúncios, precificação, atendimento, limpeza e relatórios. O proprietário acompanha os resultados sem lidar com o dia a dia.
19 de fevereiro de 2026
Um bom investimento imobiliário na curta temporada começa antes da compra de um ativo, a chamada “Planta de Temporada”, e os dois primeiros erros de um investidor são, além de não analisar a dinâmica do mercado local de aluguel de temporada, confiar de olhos fechados em quem supostamente deveria fazer isso por você. O preço que você considera barato na compra de um ativo pode sair caro para a sua rentabilidade no longo prazo e, pior, te fazer cair em irregularidades jurídicas, como nos casos recentes de imóveis HIS (Habitação de Interesse Social) ou HMP (Habitação de Mercado Popular) alugados de forma irregular para curta temporada. Nem todo imóvel é para curta temporada Muitas cidades estão implementando regras mais rígidas sobre o uso de imóveis para curta temporada e, só no começo do ano passado, a Prefeitura de São Paulo aplicou multas de mais de R$ 31 milhões contra empresas que descumpriram legislações relacionadas à construção de moradias populares indevidamente. Em São Paulo, imóveis classificados como HIS (Habitação de Interesse Social) ou HMP (Habitação de Mercado Popular), vendidos a preços mais baixos por serem destinados a pessoas com renda familiar menor, estão proibidos de funcionar como Airbnb ou aluguel de curta temporada. A medida busca evitar que se lucre com moradias sociais fora de sua finalidade prevista e, em muitos casos, o investidor só descobre essa restrição depois de já ter comprado o imóvel. Por isso, tenha em mente as regulamentações locais antes de adquirir o seu ativo para curta temporada. Como acertar na compra da sua planta de temporada Sem mais desculpas na hora de fazer o checklist do imóvel e avaliar seu real potencial de geração de receita. Aqui vão os três pontos mais importantes para considerar antes da compra de uma planta de temporada, além do preço. 1. Localização Continua sendo um dos critérios mais importantes para qualquer investimento imobiliário e se torna ainda mais relevante quando falamos da locação de curta temporada. A proximidade com pontos turísticos, infraestrutura de transporte e centros comerciais vai garantir alta ocupação do seu imóvel, especialmente em períodos de maior demanda turística. 2. Perfil do imóvel Imóveis na cidade e no campo ou na praia atendem a dinâmicas diferentes. No urbano, espaços compactos para turistas solo, casais ou profissionais em viagens de negócios, fazem sucesso com um ou dois quartos. Já perto do mar e natureza os apartamentos e casas maiores atendem à necessidade de conforto de famílias e grupos de amigos. A análise da localização da sua planta de temporada vai caminhar junto com o público que você quer atrair para se posicionar bem no mercado. 3. Custos operacionais e comodidades O brilho nos olhos ao ver uma boa oportunidade de investimento não pode fazer você esquecer de preparar o imóvel para encantar quem vai ficar nele. Além de atendimento, limpeza e manutenções, uma boa planta de temporada se destaca pelo que entrega na prática: Decoração: cuide da organização e do clima do espaço. Deixe o imóvel aconchegante com poucos elementos bem escolhidos (quadros, almofadas, objetos). Paredes claras funcionam, mas um ponto de cor ou uma parede de destaque dá personalidade. Seja caprichoso e fuja do “sem graça”. Comodidades: Antecipe necessidades de quem viaja a lazer ou a trabalho. Itens como ferro de passar, filtro de água, cafeteira, TV de qualidade, internet rápida, geladeira e fogão, são básicos que aumentam satisfação e ajudam o imóvel a performar melhor nas plataformas. Se o ativo que você está considerando comprar fica em um condomínio ou prédio, também vale checar as áreas comuns. Academia, restaurante e sala de reunião, por exemplo, se tornam um diferencial e aumentam a percepção de valor do imóvel para atrair mais demanda. Planejar toda essa operação e organizar os custos não precisa ser uma dor de cabeça para você. A Cyclinn tem expertise no mercado imobiliário e financeiro para te orientar na compra de uma planta de temporada, gerir seu novo imóvel e maximizar a rentabilidade dele sem comprometer seu orçamento. Para garantir um bom retorno com plantas de temporada, faça uma avaliação completa antes da compra. Analise a estrutura física, a demanda, as tendências locais e as regulamentações que podem impactar a operação do seu imóvel na locação de curta temporada. Para te guiar nesse caminho, com relatórios claros e transparência, a Cyclinn é a escolha certa. Nos envie uma mensagem e conheça onde seu imóvel se encaixa no mercado de locação por temporada! 📲 11 9 3205-9588 ➡ Siga @cyclinn e @cyclinn.invest no Instagram
15 de janeiro de 2026
Quem entende de negócios sabe que momentos de transformação no mercado podem acontecer. Quando imóveis na longa temporada entregavam previsibilidade e constância para o proprietário, a curta temporada chegou com diárias maiores e alta demanda em períodos estratégicos, impulsionada pelo boom do Airbnb. Hoje temos um cenário mais maduro e exigente, onde a diversificação aparece como uma opção estratégica que se adapta a diferentes demandas e contextos do segmento imobiliário. O que não muda é que imóveis continuam sendo um porto seguro para o investidor brasileiro, e a realidade está aí: segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), entre janeiro e setembro de 2025, foram 307 mil lançamentos e 312 mil vendas de imóveis no Brasil. Só São Paulo foi responsável por mais de 100 mil dessas unidades lançadas, um aumento de 41% em comparação com 2024, de acordo com o Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário). Com a concorrência aumentando, o investidor quer olhar o mercado com mais profundidade, avaliar riscos e entender como a estratégia tem impacto no sucesso da performance do seu ativo. Nesse contexto, é preciso ficar sabendo que depender de um único modelo de locação pode deixar de ser sinônimo de segurança.
18 de dezembro de 2025
Desde a pandemia, o crescimento do trabalho remoto transformou as atividades profissionais e a comunicação dos seres humanos. O virtual ganhou espaço, reduziu distâncias e se tornou parte da rotina corporativa. Agora, estamos vemos o efeito inverso. O turismo de negócios, uma modalidade de viagens com o objetivo de realizar atividades profissionais, deixou de ser apenas logística e passou a ser o centro das estratégias empresariais, um investimento direto no relacionamento com os clientes. De acordo com o relatório The State of Corporate Travel & Expense 2026, da Navan, “viagens essenciais relacionadas a clientes” e “fechar um negócio” foram, respectivamente, as principais razões para viagens corporativas em 2025 e, continuamente, serão em 2026. Outros motivos incluem “estabelecer novos relacionamentos comerciais”, “participar de conferências e eventos em grupo ou equipe” e “fortalecer relacionamentos comerciais”. A pesquisa reuniu respostas de gestores de viagens e finanças corporativas e viajantes de negócios nos EUA, França, Alemanha e Reino Unido. Para 90% deles, uma viagem corporativa é um investimento essencial ou um custo necessário, e 48% fizeram seis ou mais viagens nos últimos 12 meses.
24 de novembro de 2025
O avanço da tecnologia na rotina diária de todos impulsionou também o efeito inverso na escolha de viagens de famílias: ouvir o som do mar, curtir a brisa das árvores no interior do país e até hotéis urbanos, mas com atividades voltadas ao wellness , se tornou o centro de procura para os grupos viajantes de 2026. De acordo com o Hilton Trends Report 2026, este auge se converte em números: 56% dos respondentes colocou como principal motivo de viagem para o próximo ano “descansar e recarregar as energias” (56%), seguido por ''passar tempo na natureza'' (37%) e ''recuperar-se mentalmente'' (36%). As regiões mais associadas com retiros físicos e mentais também são topo de pesquisa no site do hotel. O “para onde vamos?” mudou para “por que vamos?” e a adequação dos imóveis para este tipo de público é o que diferencia uma demanda além do padrão. A localização, que antes atraía públicos específicos entre os viajantes, agora traz consigo famílias que querem se conectar entre si (e não apenas com as tecnologias da casa).
12 de novembro de 2025
A irmã mais nova da Cyclinn, com uma nova proposta para quem busca estadias acessíveis, práticas e perfeitas para viagens curtas. Seja para trabalho, lazer ou um bate-volta de última hora, a Stay.cy entrega tudo o que você precisa! O que faz da Stay.cy a sua melhor escolha em São Paulo? Hospedagem Budget: A combinação perfeita entre conforto e economia. Localização Estratégica: As melhores regiões da cidade, perto de tudo que importa. Praticidade: Ideal para estadias rápidas ou planejadas em cima da hora. Estilo e Conforto: Design funcional que não abre mão do aconchego. Conheça as unidades que te esperam:
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